:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2024/T/V/gq0DjGRkOBrS59h5E6oQ/screenshot-163.png)
Alejandro Triana Prevez, preso pela morte do galerista americano Brent Sikkema, registrou em fotos sua passagem pela casa da vítima, um mês antes do assassinato. Em 11 de dezembro de 2023, o cubano esteve na casa do Jardim Botânico onde Sikkema morava para tentar cometer o homicídio. O crime acabou não acontecendo porque o galerista estava trancado no quarto. Alejandro, porém, fez uma selfie na cozinha da casa, sorrindo e fazendo um sinal de positivo. Pouco mais de um mês depois, em 14 de janeiro deste ano, ele voltou à casa e desta vez, segundo a polícia, conseguiu matar o americano a facadas. Alejandro acusa o ex-marido de Brent, o também cubano Daniel García Carrera, de ser o mandante do crime. No último sábado, a Justiça decretou a prisão preventiva de Carrera.
/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2024/9/5/MS2KtkQ3Wjg7YBGN0Tkg/whatsapp-image-2024-02-11-at-22.58.21.jpeg)
Segundo as investigações da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), Alejandro morava em São Paulo e ficou no Rio entre os dias 9 e 11 de dezembro. De acordo com o inquérito, Daniel havia lhe avisado que Sikkema estaria no Rio durante aquele mês.
Alejandro contou à polícia que invadiu a casa no Jardim Botânico usando uma chave enviada por Daniel, mas percebeu que o quarto do americano estava trancado. Na cozinha, fez a selfie, que acabou sendo encontrada pelos policiais em seu celular. O cubano ligou então para o ex-marido de Sikkema pedindo instruções sobre o que fazer. Alejandro conta que Daniel o orientou a fazer algo que tirasse o galerista do quarto. O suspeito do assassinato, então, desligou o disjuntor geral da casa, deixando o imóvel às escuras.
Em lugar de sair do quarto, porém, Alejandro disse que Brent começou a fazer ligações pelo celular. Com medo de ser descoberto, o cubano deixou a casa.
O crime aconteceu em janeiro deste ano, na casa de Sikkema, no Jardim Botânico, na Zona Sul do Rio. Prevez foi preso acusado de ser o executor do assassinato e está no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste da capital.
A informação sobre o mandante da morte de Sikkema foi passada aos policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) num segundo depoimento de Prevez, na semana passada. De acordo com Prevez, Carrera lhe confidenciou que o galerista estaria pagando baixos valores de pensão, enquanto tinha altos gastos com festas, drogas e garotos de programa. O ex da vítima também teria se demonstrado preocupado com um novo relacionamento de Sikkema, já que o namoro poderia lhe prejudicar na repartição de bens.
Segundo Prevez, no dia do crime, ele entrou na residência da vítima com uma chave enviada por Carrera, motivo pelo qual não havia nenhum sinal de arrombamento.
Inscreva-se na Newsletter: Notícias do Rio

