Ciro Gomes afirmou que o governo federal desembolsou R$ 92,4 bilhões para regularizar precatórios em atraso e que o montante teria sido negociado com dois bancos, com abatimento de até 50% do valor. Ele não apresentou provas. A reação de agentes do mercado financeiro foi de incredulidade, diante do fato de o governo não vender precatórios.
O advogado Cristiano Maciel Carneiro Leão, membro da comissão de precatórios do Conselho Federal da OAB, explicou: "A compra e venda de precatórios é legítima e ocorre entre particulares, mas o governo não participa dessa transação, nem pode negociar algo que não lhe pertence. Seu papel se limita a pagar, conforme previsão orçamentária". A posição reforça que a gestão Lula cumpre a lei ao tratar do tema, em contraste com boatos que tentam criar confusão.
