Anvisa autoriza vacina da Pfizer para adolescentes maiores de 12 anos - ISTOÉ Independente

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (11) o uso em adolescentes com mais de 12 anos do imunizante contra o coronavírus da Pfizer/BioNTech. O anúncio não implica até o momento uma alteração no Plano de Imunização Nacional, que avança lentamente e, no momento, contempla apenas os maiores de 18 anos. Esta […]

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2021-06-11 15:46:11

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(Arquivo) Doses de vacina contra a covid-19 da Pfizer - AFP/Arquivos

AFP

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (11) o uso em adolescentes com mais de 12 anos do imunizante contra o coronavírus da Pfizer/BioNTech.

O anúncio não implica até o momento uma alteração no Plano de Imunização Nacional, que avança lentamente e, no momento, contempla apenas os maiores de 18 anos.

Esta semana, o Uruguai se tornou o primeiro país latino-americano a vacinar os menores contra a covid-19. O Chile também autorizou a vacinação de adolescentes entre 12 e 16 anos com a Pfizer, mas começará a campanha depois de 20 de junho.

No Brasil, “a ampliação foi aprovada após a apresentação de estudos desenvolvidos pelo laboratório que indicaram a segurança e a eficácia da vacina para este grupo”, informou a Anvisa em um comunicado.

Os estudos foram desenvolvidos fora do Brasil e avaliados pela Anvisa, detalhou a agência, que já havia autorizado seu uso em maiores de 16 anos.

A vacina da Pfizer é uma das duas vacinas com registro definitivo no Brasil (mais amplo que a aprovação de emergência), junto com a da britânica AstraZeneca/Oxford.

O país também conta com o imunizante CoronaVac, desenvolvido pelo laboratório chinês Sinovac e que foi aprovado para uso emergencial. Esta mesma autorização foi obtida pela vacina da Janssen, da gigante americana Johnson&Johnson, apesar de ainda não estar disponível no país.

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Com 212 milhões de habitantes, o Brasil vacinou 11% de sua população desde janeiro. O Plano Nacional de Imunização sofreu várias interrupções, devido a atrasos na entrega de insumos e vacinas.

Com mais de 480.000 mortes pela pandemia, o Brasil é o segundo país do mundo com mais óbitos por covid-19.

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