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Relatório de juristas entregue à CPI lista mais de dez tipos de crimes do governo Bolsonaro - ISTOÉ Independente

Um relatório produzido pelo grupo de juristas que assessora a CPI da Covid no Senado entregue nesta semana aos senadores aponta crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e outras autoridades relacionados às ações e omissões no combate à pandemia. As informações são da colunista Bela Megale, do jornal O Globo. O documento, com […]

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2021-09-15 05:12:08

Isto é

Brasil

AFP

Da Redação

Um relatório produzido pelo grupo de juristas que assessora a CPI da Covid no Senado entregue nesta semana aos senadores aponta crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e outras autoridades relacionados às ações e omissões no combate à pandemia. As informações são da colunista Bela Megale, do jornal O Globo.

O documento, com 220 páginas, deve ser usado pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), em seu relatório final da investigação.

Segundo a colunista, o relatório é dividido em cinco capítulos: Crime de Responsabilidade, Crimes contra a Saúde Pública, Crime contra a Paz Pública, Crimes contra a Administração Pública, Crimes contra a Humanidade, além de uma Conclusão.

Entre os diversos crimes listados no documento, estariam atos realizados pelo governo federal, por Bolsonaro, pelo ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, além de outras autoridades, relacionados ao incentivo da imunidade de rebanho e ao uso de medicamentos sem eficácia para o combate à Covid-19, como a cloroquina.

Além disso, o documento também relata a falta de interesse do governo na compra de vacinas da Pfizer e do Instituto Butantan. Em outro capítulo, o documento também trata de crimes de charlatanismo e infração de medidas sanitárias preventivas por parte dos agentes públicos.

Ainda segundo a colunista, também são apontados crimes de estelionato, advocacia administrativa e prevaricação cometidos por autoridades públicas, relacionados ao contrato da vacina indiana Covaxin entre o Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos, além de corrupção passiva, no caso da negociação com a Davati para a compra de vacinas da AstraZeneca.

Os juristas, coordenados pelo professor Miguel Reale Jr., ainda apontam no documento que os crimes cometidos contra a Humanidade estão relacionados com a falta de assistência a povos indígenas na pandemia, além da crise de abastecimento de oxigênio em Manaus.

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Um relatório produzido pelo grupo de juristas que assessora a CPI da Covid no Senado entregue nesta semana aos senadores aponta crimes cometidos pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e outras autoridades relacionados às ações e omissões no combate à pandemia. As informações são da colunista Bela Megale, do jornal O Globo.

O documento, com 220 páginas, deve ser usado pelo relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), em seu relatório final da investigação.

Segundo a colunista, o relatório é dividido em cinco capítulos: Crime de Responsabilidade, Crimes contra a Saúde Pública, Crime contra a Paz Pública, Crimes contra a Administração Pública, Crimes contra a Humanidade, além de uma Conclusão.

Entre os diversos crimes listados no documento, estariam atos realizados pelo governo federal, por Bolsonaro, pelo ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, além de outras autoridades, relacionados ao incentivo da imunidade de rebanho e ao uso de medicamentos sem eficácia para o combate à Covid-19, como a cloroquina.

Além disso, o documento também relata a falta de interesse do governo na compra de vacinas da Pfizer e do Instituto Butantan. Em outro capítulo, o documento também trata de crimes de charlatanismo e infração de medidas sanitárias preventivas por parte dos agentes públicos.

Ainda segundo a colunista, também são apontados crimes de estelionato, advocacia administrativa e prevaricação cometidos por autoridades públicas, relacionados ao contrato da vacina indiana Covaxin entre o Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos, além de corrupção passiva, no caso da negociação com a Davati para a compra de vacinas da AstraZeneca.

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