Renan Calheiros (MDB-AL), senador do Brasil, questiona o pacto estabelecido pela prefeitura de Maceió com a Braskem. O acordo está relacionado aos problemas ambientais causados por uma mina da petroquímica que corre o risco de afundar e prejudicar cinco distritos da capital alagoana.
Calheiros afirmou que tomará ações judiciais se a CPI da Braskem no Senado não for instalada até a próxima sexta-feira (8).
O acordo que está sendo questionado por Calheiros, propõe que a Braskem repasse R$1,7 bilhão à prefeitura de Maceió como compensação pelos danos causados pelo afundamento do solo. No entendo, Calheiros argumenta que a prefeitura deu 'a Braskem a quitação total' e isentou a empresa 'de qualquer pedido de indenização', e não repassou a indenização aos residentes afetados. Ele chamou o acordo de 'um escândalo que revela a injustiça contra o povo de Maceió'.
Nessa perspectiva, Calheiros tem pressionado para a instalação de uma CPI no Senado a fim de investigar o incidente e o papel da Braskem. A comissão foi aprovada, porém a falta de interesse político impediu sua implementação.
O senador ameaça levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF) se os partidos não indicarem membros para o comitê. Além do senador, o governador do estado também pressionou pela instalação da CPI a fim de evitar que o problema seja esquecido.
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