
Liga Democrática
Carregando...
Mais Acessadas nas Últimas 48h
Carregando...
Carregando...
Mais Acessadas nas Últimas 48h
Carregando...
Carregando...
Carregando...
Carregando...
Últimas Notícias
Carregando...
Carregando...
Carregando...
Carregando...
Carregando...
Carregando...
Carregando...
Carregando...
Carregando...

Publicação do presidente da Fiesp concentrou 65,5% do investimento identificado em anúncios contra Lula na primeira semana do segundo turno.

Presidente chega a 49% dos votos válidos contra 51% de Flávio Bolsonaro, em empate técnico; diferença caiu de seis para dois pontos.

Empresa reconheceu problemas em publicações e anúncios da campanha do presidente, mas negou interferência eleitoral ou favorecimento a Flávio Bolsonaro.

Foto real de uma estação do Metrô de São Paulo foi manipulada para incluir uma suposta trabalhadora limpando pichações após evento na avenida Paulista.

Deputado afirma que o senador mudou de posição por interesse eleitoral e alerta para riscos de uma proposta de pagamento por hora trabalhada.

Deputado eleito afirma que a nova posição do senador contraria seu histórico e seria motivada pelo avanço da mobilização popular.

Publicação do presidente da Fiesp concentrou 65,5% do investimento identificado em anúncios contra Lula na primeira semana do segundo turno.

Presidente chega a 49% dos votos válidos contra 51% de Flávio Bolsonaro, em empate técnico; diferença caiu de seis para dois pontos.

Empresa reconheceu problemas em publicações e anúncios da campanha do presidente, mas negou interferência eleitoral ou favorecimento a Flávio Bolsonaro.

Foto real de uma estação do Metrô de São Paulo foi manipulada para incluir uma suposta trabalhadora limpando pichações após evento na avenida Paulista.

Pontífice de 71 anos passou por cirurgia em Roma para retirar parte do pulmão direito. O procedimento terminou sem complicações.

Deputado eleito afirma que a nova posição do senador contraria seu histórico e seria motivada pelo avanço da mobilização popular.

Nunes Marques autorizou a retomada do canal "Exército do Lula" no WhatsApp, mas exigiu a identificação do responsável pela propaganda eleitoral.

Secretário-executivo do Planejamento afirma que a proposta de Flávio Bolsonaro não seria viável sem atingir políticas sociais, salário mínimo, BPC e Previdência.

Pontífice de 71 anos passou por cirurgia em Roma para retirar parte do pulmão direito. O procedimento terminou sem complicações.

Deputado eleito afirma que a nova posição do senador contraria seu histórico e seria motivada pelo avanço da mobilização popular.

Nunes Marques autorizou a retomada do canal "Exército do Lula" no WhatsApp, mas exigiu a identificação do responsável pela propaganda eleitoral.

Secretário-executivo do Planejamento afirma que a proposta de Flávio Bolsonaro não seria viável sem atingir políticas sociais, salário mínimo, BPC e Previdência.

Deputado afirma que o senador mudou de posição por interesse eleitoral e alerta para riscos de uma proposta de pagamento por hora trabalhada.

Pontífice de 71 anos passou por cirurgia em Roma para retirar parte do pulmão direito. O procedimento terminou sem complicações.

Deputado eleito afirma que a nova posição do senador contraria seu histórico e seria motivada pelo avanço da mobilização popular.

Nunes Marques autorizou a retomada do canal "Exército do Lula" no WhatsApp, mas exigiu a identificação do responsável pela propaganda eleitoral.

Secretário-executivo do Planejamento afirma que a proposta de Flávio Bolsonaro não seria viável sem atingir políticas sociais, salário mínimo, BPC e Previdência.

Deputado afirma que o senador mudou de posição por interesse eleitoral e alerta para riscos de uma proposta de pagamento por hora trabalhada.

Campanha de Lula acusa emissora de divulgar levantamento interno de Flávio Bolsonaro sem apresentar registro, metodologia ou dados sobre a amostra.

Prerrogativas acusa decisões individuais da Justiça Eleitoral de restringir a campanha de Lula e interferir na reta final da disputa presidencial.

Novo canal reúne relatos sobre remoção de publicações, bloqueio de contas e restrições ao alcance de conteúdos favoráveis ao presidente.

Registro do canal Exército do Lula foi formalizado após decisões judiciais e permite a retomada das atividades dentro das regras eleitorais.

Diretórios do Norte e do Nordeste defendem a reeleição do presidente e destacam políticas sociais, enquanto outra ala prepara apoio a Flávio Bolsonaro.

Depois de classificar a proposta como eleitoreira e prever desemprego em massa, o candidato à Presidência anunciou que votará a favor da PEC no Senado.

Diálogos apreendidos no celular do ex-banqueiro mencionam um ministro acompanhado de cinco mulheres e uma convidada que teria ficado com Kassio, mas não confirmam a identidade dos citados.

Integrantes da Corte avaliam que Nunes Marques e André Mendonça ajustam decisões após reações no plenário e adotam posições mais favoráveis a Flávio Bolsonaro.

Pesquisas PoderData e BTG/Nexus apontam empate técnico, enquanto Lula avança e a campanha busca ampliar a divulgação das realizações do governo.

Edinho Silva criticou a suspensão do canal administrado por André Janones e anunciou que a decisão do TSE será contestada.

Lula ironizou a mudança de posição de Flávio Bolsonaro, que anunciou apoio ao fim da escala 6×1 a apenas 12 dias do segundo turno.

Presidente do TSE condicionou a retomada do canal "Exército do Lula", no WhatsApp, ao registro formal da ferramenta como meio de propaganda eleitoral.

Foto real de uma estação do Metrô de São Paulo foi manipulada para incluir uma suposta trabalhadora limpando pichações após evento na avenida Paulista.

Senador afirmou que apoiará o fim da escala 6x1 depois de a oposição bolsonarista reconhecer que não tem votos para barrar a proposta.

Presidente reuniu milhares de apoiadores, defendeu uma jornada de cinco dias de trabalho e pediu votos para Leandro Grass no segundo turno.

Novas pesquisas de Quaest e Datafolha mostrarão se a força das manifestações nas ruas e nas redes já ampliou o apoio eleitoral ao presidente.

Economistas apontam recessão, perda de renda e aumento da dívida argentina e afirmam que a política ultraliberal defendida por aliados de Flávio Bolsonaro não deve ser aplicada no Brasil.

Pedro Rousseff pediu a investigação da participação de menores em uma gravação com críticas ao presidente Lula e apelo ao eleitorado.

Empresa reconheceu problemas em publicações e anúncios da campanha do presidente, mas negou interferência eleitoral ou favorecimento a Flávio Bolsonaro.