A CBF definiu os valores da Copa do Brasil 2026, que distribuirá aproximadamente R$ 500 milhões. O campeão pode somar até R$ 99,25 milhões em um torneio ampliado para 126 clubes, ante 92 na edição anterior.
O novo formato inclui duas fases extras e estabelece que os times da Série A entrem apenas na 5ª etapa. Quem estreia nessa fase pode acumular até R$ 96 milhões em caso de título, abaixo do que o Corinthians ganhou em 2025 (cerca de R$ 97 milhões ao começar na 3ª fase).
A premiação varia conforme a divisão. Na 1ª fase, os 28 clubes do Grupo I, com pior posição no ranking da CBF, recebem R$ 400 mil cada.
Na 2ª fase, o valor é de R$ 1,38 milhão para equipes da Série B (Grupo I) e R$ 830 mil para times das Séries C, D e outros (Grupo II). Na 3ª fase, os pagamentos são de R$ 1,53 milhão (Grupo I) e R$ 950 mil (Grupo II).
Na 4ª fase, os valores sobem para R$ 1,68 milhão (Grupo I) e R$ 1,07 milhão (Grupo II). A partir da 5ª fase, quando entram os clubes da Série A, todos recebem R$ 2 milhões. O vice-campeão levará R$ 34 milhões, e o campeão, R$ 78 milhões. A competição começa em 18 de fevereiro e terá final em jogo único em 6 de dezembro.
Alguns times avançam diretamente: o Paysandu, campeão da Copa Verde 2025, e o Barra-SC, vencedor da Série D, entram na 3ª fase. O Confiança, vice da Copa do Nordeste 2025, também inicia na 3ª fase, ocupando a vaga do vice-campeão Bahia.
São Paulo terá 13 clubes: Velo Clube e Primavera na 1ª fase; São Bernardo, Novorizontino, Guarani e Portuguesa na 2ª; Ponte Preta (campeã da Série C) na 3ª; e Palmeiras, Mirassol, São Paulo, Red Bull Bragantino, Santos e Corinthians na 5ª. O Rio de Janeiro terá 10: Sampaio Corrêa-RJ e Madureira na 1ª; Volta Redonda, Nova Iguaçu, Boavista-RJ e Portuguesa-RJ na 2ª; e Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco na 5ª. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná contarão com 7 clubes cada.
