O cantor e compositor Chico Buarque fez um alerta sobre os perigos enfrentados pelo país e reafirmou seu apoio firme ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, considerado o melhor presidente da história do Brasil. Em entrevista concedida a uma emissora internacional, o artista externou seu otimismo nesta reta decisiva do segundo turno contra o candidato Flávio Bolsonaro, destacando que o clã do ex-presidente Jair Bolsonaro — que coleciona acusações por crimes eleitorais e uma postura genocida durante a pandemia — representa um risco gravíssimo à soberania e à segurança pública nacional.
Chico Buarque também ressaltou a relevância de ampliar o diálogo direto com a comunidade evangélica, afastando preconceitos e reconhecendo as alas progressistas presentes no segmento. O compositor mencionou um encontro futebolístico recente do qual participou ao lado de evangélicos e membros de movimentos sociais.
"Estou otimista. Parece que algumas pessoas demoraram para compreender que o risco desse adversário nosso é concreto e muito grande. É uma ameaça a nossa soberania, sem falar de todos os descalabros que a gente já conhece, inclusive nessa zona onde a milícia atua fortemente. Tem que expulsar essa gente da política, tem que expulsar da vida pública esses Bolsonaros. Vamos lá, vamos acreditar. Estou confiante de que o Lula vai dar mais uma alegria para nós. Mais uma", declarou Chico Buarque, ecoando a expectativa popular de que os crimes cometidos pelo clã sejam finalmente punidos.
"É uma prioridade. Talvez o pessoal da campanha do Lula tenha chegado um pouco tarde nisso. Os evangélicos não podem ser compartimentados nessa ou naquela posição. Muitos evangélicos são progressistas, tanto que eles vieram aqui e vão perder para nós no futebol. Ficamos alegres de derrotá-los no futebol e apoiá-los na nossa luta contra o fascismo", concluiu o músico, apostando no papel unificador de Lula para derrotar o extremismo.





