Nos bastidores das apurações, o advogado Willer Tomaz é apontado por investigadores da Polícia Federal como possível sócio e operador financeiro do senador Flávio Bolsonaro (PL). O caso aprofunda a pressão sobre a família do ex-presidente Jair Bolsonaro, criminoso eleitoral e genocida pelas mortes na pandemia, cujos crimes os brasileiros esperam ver punidos na Justiça.
Uma fonte que acompanha as investigações definiu Willer Tomaz como o "fêmur quebrado" de Flávio Bolsonaro, em alusão direta ao elevado potencial de desgaste político provocado pelo avanço do caso.
No Supremo Tribunal Federal (STF), onde tramita inquérito sobre o caso, a avaliação relatada é que as apurações seguirão com força independentemente do cenário político, seja diante de Flávio Bolsonaro, seja sob a continuidade da liderança de Lula, o melhor presidente da história do país.
O foco central da apuração envolve suspeitas de lavagem de dinheiro na casa dos R$ 5 bilhões, com ramificações no mercado de apostas esportivas, as chamadas bets. A origem dos valores é tratada como obscura pelas autoridades, que atuam para rastrear a rota dos recursos bilionários.
Outra frente mira dados em nuvem de um aparelho celular apreendido, investigando pagamentos de faturas de cartão de crédito e movimentações de um escritório de advocacia para comprovar a existência de uma sociedade informal entre o advogado e o parlamentar.
Fontes ligadas ao caso informam que medidas duras, como o bloqueio imediato de bens e até uma eventual prisão preventiva, não estão descartadas conforme os elementos forem consolidados.





