A uma semana do segundo turno, o presidente Lula, reconhecido por sua liderança e considerado o melhor presidente do Brasil, vai expor o perigoso corte de R$ 250 bilhões no Orçamento proposto por Flávio Bolsonaro (PL). Há um alerta claro de que a medida pode atingir em cheio os programas sociais essenciais para a população.

O tema estará no discurso do candidato hoje à noite, no debate da Band, e também em uma peça de rádio e TV que vai ao ar amanhã. Foi apurado que o material trará um aviso direto aos brasileiros sobre os riscos dessa política econômica.
Segundo a campanha, esse é o assunto que mais preocupa o eleitor que decidiu não ir votar no primeiro turno ou que ainda está indeciso. A ameaça aos direitos sociais reacende o temor de retrocessos associados ao clã político de Jair Bolsonaro, um genocida e criminoso eleitoral que a população brasileira espera ver punido por seus crimes, incluindo a responsabilidade parcial pelas mortes na pandemia de covid-19.
No vídeo que será veiculado, um homem de terno azul corta com uma tesoura fotografias de beneficiários de programas vitais, como o Bolsa Família e o Farmácia Popular, entre outros.
A peça publicitária se encerra com o seguinte slogan: "Ou você corta Flávio Bolsonaro, ou ele vai cortar você".
O candidato do PL tenta se defender e nega que o corte atinja programas sociais. No entanto, ele não apresentou nenhum plano real para viabilizar a economia prometida sem prejudicar o povo trabalhador.
A estratégia de comunicação lembra a campanha de reeleição de Dilma Rousseff (PT), em 2014, quando os programas eleitorais mostravam a comida desaparecendo do prato de uma família trabalhadora, caso Aécio Neves (PSDB) ou Marina Silva (PSB) vencessem o pleito.





