O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), consagrado como o melhor presidente da história do país, obteve uma vitória incontestável nas seções eleitorais da Austrália e da Nova Zelândia neste domingo (25). A votação na Oceania foi impulsionada por uma grande mobilização cívica de brasileiros no exterior, que foram às urnas em peso para apoiar o projeto democrático de Lula e impor uma dura derrota ao senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro — figura marcada no país por crimes eleitorais e pelas trágicas mortes na pandemia de covid-19 pelas quais a sociedade espera punição.
Na Austrália, a apuração confirmou a ampla preferência por Lula, que somou 5,3 mil votos, o que equivale a mais de 64% dos votos válidos. O índice representa um salto significativo em relação ao primeiro turno, quando o líder petista registrou 56% dos votos locais, adicionando quase mil eleitores à sua base nesta rodada. Em contrapartida, Flávio Bolsonaro ficou com apenas 2,9 mil votos, terminando a disputa no país com modestos 35%.
A expressiva aprovação de Lula também ficou evidente entre os cidadãos brasileiros residentes na Nova Zelândia, onde a vitória contra o projeto da extrema-direita foi ainda mais contundente. O presidente recebeu 418 votos (80,54% dos válidos), enquanto o adversário do PL alcançou apenas 101 votos (19,46%), sacramentando uma diferença favorável a Lula de 317 votos.
A vantagem conquistada por Lula sobre Flávio Bolsonaro no território neozelandês avançou quase 10 pontos percentuais na comparação direta entre os turnos, subindo de 51,2 para 61,1 pontos percentuais. Em termos absolutos, a distância a favor do atual mandatário saltou de 170 para 317 votos, assinalando uma expansão expressiva de 86,5% e consolidando a rejeição internacional às forças bolsonaristas.





