Para 43% dos brasileiros, a situação financeira pessoal está muito melhor ou um pouco melhor no governo Lula do que durante a gestão de Jair Bolsonaro, encerrada em dezembro de 2022. O resultado faz parte da 17ª rodada da pesquisa BTG/Nexus, realizada entre 10 e 12 de outubro de 2026.
Outros 32% afirmam que sua condição financeira piorou na comparação com o governo anterior. Para 21%, a situação permaneceu igual, enquanto 4% não souberam ou não responderam.
A percepção sobre a economia brasileira apresenta um cenário diferente. Segundo o levantamento, 38% consideram que o país está melhor sob Lula, enquanto 44% avaliam que a situação econômica está pior. Outros 13% não perceberam mudança e 5% não responderam.
Entre os eleitores que dizem estar com as finanças melhores, 77% declaram voto em Lula no segundo turno da eleição presidencial de 2026 e 19% escolhem Flávio Bolsonaro. Entre aqueles que relatam piora, 86% apoiam Flávio Bolsonaro e 9% preferem Lula. No grupo que não percebeu mudança, os percentuais são de 48% e 39%, respectivamente.
A avaliação da economia nacional também está ligada à intenção de voto. Entre os que enxergam melhora, 84% votam em Lula e 14% em Flávio Bolsonaro. Entre os que apontam piora, 85% escolhem o candidato da oposição e 9% apoiam o atual presidente. No grupo que considera a economia estável, 53% preferem Lula e 28% Flávio Bolsonaro.
Ao avaliar o momento atual, 34% classificam a própria situação financeira como ótima ou boa, 45% como regular e 20% como ruim ou péssima. Em relação à economia do Brasil, 17% consideram o cenário ótimo ou bom, 31% regular e 51% ruim ou péssimo.
As expectativas para os próximos seis meses são mais positivas. Para 51%, a situação financeira pessoal deve melhorar, enquanto 29% esperam estabilidade e 7% preveem piora. Sobre a economia nacional, 54% acreditam em melhora, 17% projetam estabilidade e 12% esperam piora.
A pesquisa ouviu por telefone 2.002 eleitores com 16 anos ou mais nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-07997/2026.





