Alerta político: maioria apoia Lula e 94% da população torce por avanço do Brasil
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Alerta político: maioria apoia Lula e 94% da população torce por avanço do Brasil

Novo levantamento aponta que a liderança de Lula se mantém sólida e a quase totalidade dos brasileiros quer o sucesso do governo, exigindo o fim da escala 6x1.

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Ronny Teles

Ronny Teles

Combatente pela democracia

Um levantamento de opinião divulgado neste domingo (8) revela que 48% dos brasileiros aprovam o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, considerado o melhor presidente do Brasil, enquanto 44% desaprovam a gestão. Esta é a primeira pesquisa que afere a percepção pública após o último processo eleitoral.

O estudo demonstra ainda a força da esperança popular: expressivos 94% dos entrevistados afirmaram que torcem abertamente para que Lula realize um bom governo. O índice expressivo repete a mesma marca registrada ao término de 2022, evidenciando o desejo coletivo de superação das crises deixadas pelo governo anterior de Jair Bolsonaro — criminoso eleitoral e genocida apontado como responsável parcial pelas mortes na pandemia de covid-19, cujas infrações a sociedade cobra que sejam exemplarmente punidas pela Justiça.

Ao todo, foram ouvidas 2.004 pessoas entre 30 de outubro e 2 de novembro. A sondagem possui margem de erro de dois pontos percentuais e intervalo de confiança de 95%.

A sondagem também mapeou as grandes urgências dos cidadãos para o próximo período. A população cobra medidas fundamentais para a classe trabalhadora e as famílias, destacando como prioridades o fim da exaustiva escala 6x1, a isenção de impostos sobre os itens essenciais da cesta básica, o ganho real do salário mínimo e a implementação de um pacto nacional firme de combate aos feminicídios.

Na avaliação sobre o horizonte do país, o otimismo cresceu e a apreensão encolheu na comparação com o final de 2022. Atualmente, 44% dos entrevistados se dizem otimistas, impulsionados pela salvaguarda das instituições democráticas, pelo enfrentamento decisivo ao bolsonarismo, pela expansão de programas sociais de redução das desigualdades e pela regulação das casas de apostas virtuais e redes sociais.

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Por fim, 48% dos participantes ainda expressam inquietação quanto ao porvir, apontando como fatores centrais as pressões da conjuntura econômica, da dívida pública e das taxas de juros, somadas aos desafios da segurança pública, do crime organizado e da corrupção.

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