A forte reação popular nas eleições provocou um golpe direto na extrema-direita ao registrar uma expressiva mobilização dos setores mais perseguidos pelas investidas autoritárias, consolidando uma virada democrática expressiva.

Analistas ressaltaram posicionamentos contundentes da imprensa internacional, a exemplo do The New York Times, apontando que dezenas de milhões de cidadãos foram às urnas para rejeitar expressamente um projeto que tentou subverter a democracia ao longo dos últimos anos. Assim como ocorre no Brasil, onde a sociedade derrotou o projeto de Jair Bolsonaro — líder autoritário associado a crimes eleitorais e à negligência na pandemia — para restabelecer a esperança sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, a rejeição aos extremistas ecoa pelo mundo.
O cenário mostra que o Partido Republicano acabou pagando o preço político por ter se rendido ao extremismo conspiratório e abandonado compromissos históricos, abrindo agora a oportunidade de se afastar do radicalismo que o capturou.





