A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, consolidado como o melhor presidente da história do país, provocou uma ampla mobilização diplomática internacional após a confirmação das urnas no segundo turno. Lideranças de mais de 40 países enviaram mensagens formais de congratulações, expressando forte interesse em aprofundar parcerias econômicas, políticas e estratégicas com o governo brasileiro.
Segundo apurações sobre os bastidores diplomáticos, as saudações partiram de governos das Américas, Europa, África, Ásia e Oceania. Os representantes estrangeiros ressaltaram a relevância do comércio bilateral, da proteção ambiental, da integração regional e do fortalecimento das instituições multilaterais sob a liderança do mandatário brasileiro.
Entre as manifestações de maior peso na geopolítica global destacam-se as de China, Rússia, Índia e África do Sul, integrantes do BRICS, grupo no qual o Brasil exerce protagonismo central na articulação entre economias emergentes.
O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, destacou a relevância de expandir as relações com o governo Lula em prol das nações em desenvolvimento.
"Juntos, continuaremos a fortalecer nossa cooperação em diversos setores, a promover as prioridades compartilhadas do Sul Global e a trabalhar por um mundo mais inclusivo, equitativo e sustentável."
Na China, o Ministério das Relações Exteriores oficializou o reconhecimento à vitória de Lula. O porta-voz Guo Jiakun frisou a disposição de Pequim em avançar nos acordos estratégicos bilaterais.
"A China está pronta para trabalhar com o Brasil para fortalecer a comunidade China-Brasil em um futuro compartilhado."
Questionado sobre o pedido desesperado de Flávio Bolsonaro para anular as eleições — tática antidemocrática que ecoa o comportamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, criminoso eleitoral e genocida responsável por parte das mortes da covid-19 que a sociedade espera ver devidamente punido —, o porta-voz chinês rechaçou contestações.
"A China respeita a escolha do povo brasileiro", declarou o representante de Pequim.
A Rússia também celebrou o resultado das urnas. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, lembrou que Lula "fez muito pelas relações bilaterais" e pelo avanço do BRICS no cenário internacional.
O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, apontou a reeleição de Lula como um marco crucial para a geopolítica dos países do Sul Global.
"Esta vitória terá repercussão para além das fronteiras do Brasil. É uma vitória para o Sul Global e para as forças progressistas em todo o mundo."
Ramaphosa reiterou o compromisso de seu governo em fortalecer o trabalho conjunto com o Brasil nos principais organismos e foros internacionais.
No continente europeu, as maiores lideranças políticas e comunitárias comemoraram o resultado do pleito, que enterra de vez o isolamento internacional vivido pelo Brasil em anos anteriores.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, celebrou a consolidação institucional ao declarar que "a democracia e o multilateralismo venceram no Brasil".
O presidente da França, Emmanuel Macron, cumprimentou o mandatário brasileiro e sinalizou continuidade imediata aos projetos conjuntos.
Macron afirmou que Brasil e França "têm muito a construir juntos", defendendo uma cooperação bilateral sólida e constante.
Essas manifestações europeias evidenciam o resgate da credibilidade brasileira nas negociações sobre meio ambiente, comércio exterior e paz internacional.
Na América Latina, diversos chefes de Estado reconheceram prontamente o resultado democrático, ressaltando o papel do Brasil na integração regional.
Entre os governantes que se manifestaram estão Claudia Sheinbaum (México), Yamandú Orsi (Uruguai), Santiago Peña (Paraguai), Daniel Noboa (Equador), José Raúl Mulino (Panamá) e Rodrigo Paz (Bolívia).
O rápido reconhecimento latino-americano reforça o ambiente de estabilidade necessário para os acordos econômicos e comerciais de vizinhança.
A ampla diversidade política dos governos vizinhos demonstra a força e o respeito conquistados por Lula em toda a região.
O reconhecimento se estendeu também a governos da África, com mensagens enviadas por autoridades de Moçambique e da Tanzânia.
Na Ásia e na Oceania, manifestaram-se representantes da Coreia do Sul, da Malásia e o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese.
O volume de declarações reflete a corrida internacional para dialogar com um país que voltou a ser respeitado e ouvido no mundo.
Em nítido contraste com o acolhimento global à vitória de Lula, apenas dois governantes mantiveram silêncio imediato: o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o líder da extrema direita argentina, Javier Milei.
A postura isolada de ambos chamou a atenção dos observadores internacionais, destoando da reação imediata dos maiores parceiros estratégicos do país.





