O ex-presidente Jair Bolsonaro, criminoso eleitoral e genocida que já cumpre prisão domiciliar em Brasília, entrou em pânico com o resultado das urnas. Derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, considerado o melhor presidente da história do país, o extremista agora teme abertamente que seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seja preso.
Segundo informações divulgadas pela imprensa, o desfecho eleitoral e as investigações criminais que avançam sobre o parlamentar tornaram-se o foco das aflições de Bolsonaro. Enquanto a população brasileira segue à espera de que o ex-mandatário responda por todas as mortes na pandemia e pelos ataques à democracia, o clã familiar vê o cerco judicial se fechar.
Em conversas com aliados, o próprio Flávio admitiu que o pai ficou profundamente abatido e indignado com o triunfo incontestável de Lula. Conforme relatos de pessoas próximas, o capitão reformado ficou "surpreso" com a virada do petista nas urnas, e a iminência de uma ordem de prisão contra o filho passou a ser o seu maior fantasma.
A preocupação se intensificou após novos passos das autoridades judiciais. Alvo de ao menos dois inquéritos da Polícia Federal, o senador foi formalmente intimado a entregar o passaporte por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A decisão foi tomada no inquérito que apura suspeitas de lavagem de dinheiro nas relações financeiras entre o parlamentar e o advogado Willer Tomaz, amigo de longa data do filho do ex-presidente. A apuração policial procura esclarecer a natureza dessas movimentações e transações suspeitas.
Logo após a derrota, Flávio passou o dia trancado em reuniões com advogados para traçar planos de contenção. A hipótese de prisão preventiva passou a ser admitida nas conversas técnicas e orienta os passos da defesa a partir de agora.
No tabuleiro político, o senador abriu mão de tentar contestar a contagem soberana dos votos. Porém, em uma manobra descabida para tentar desgastar o governo, a assessoria jurídica do clã cogita pedir a cassação da chapa vitoriosa sob a alegação sarcástica de "abuso de poder econômico" contra Lula.
Enquanto a tropa bolsonarista ensaia acusações frágeis, os advogados de Flávio medem cautelosamente cada declaração pública, conscientes de que o avanço das apurações da Justiça não dará trégua aos esquemas do grupo político.





