
Sob vigilância, Porto Alegre acendeu a Consciência Negra
Em 20 de novembro de 1971, um pequeno encontro em Porto Alegre iniciou a mobilização que levaria ao Dia da Consciência Negra, hoje celebrado em todo o Brasil.

Em 20 de novembro de 1971, um pequeno encontro em Porto Alegre iniciou a mobilização que levaria ao Dia da Consciência Negra, hoje celebrado em todo o Brasil.

Aos 19 anos, Eloize Cáceres Duarte sai de Corumbá (MS) rumo a Belém (PA) em mais de 20 horas de viagem para representar o Pantanal na COP30, que deve reunir cerca de 50 mil pessoas.

Guilherme Boulos lançou o Governo na Rua no Capão Redondo; população poderá indicar prioridades pelo Orçamento Participativo Digital.

Lula e o PT lamentaram a morte de Paulo Frateschi, 75, ex-presidente do partido em SP, esfaqueado em casa; filho foi preso e mãe ficou ferida. Lula exaltou sua coragem e legado.

Tim Martin foi condenado a 18 meses por manchar com tinta a proteção da escultura de Degas em Washington; Joanna Smith pegou 2 meses em acordo, e ambos pagarão mais de 4 000 dólares em reparação.

Em São Paulo, o ex-deputado Douglas Garcia tentou provocar um ato do movimento de mulheres, mas a vereadora Luna Zarattini (PT-SP) respondeu com firmeza e ele saiu vaiado.

Milhares foram às ruas nos 50 Estados em atos do "No Kings", com 2.600 protestos planejados e estimativa de 100 mil pessoas só em Nova York, para denunciar o avanço de poderes "quase monárquicos" de Donald Trump.

João Pedro Stédile afirmou que movimentos populares organizam brigadas para apoiar a Venezuela diante da tensão com os EUA; a direção do MST diz que a colaboração ainda está em debate. Donald Trump provocou ao dizer que Maduro "não quer arrumar confusão" e alegou ter autorizado operações terrestres.

Durante uma reunião ministerial secreta convocada por Jair Bolsonaro em julho de 2022 para discutir estratégias de um golpe de Estado, o general Augusto Heleno, então chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), admitiu abertamente que planejava usar a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para espionar a campanha eleitoral do candidato da oposição, Luiz Inácio Lula da Silva, que viria a ser eleito presidente.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitiu uma decisão que proíbe advogados de bolsonaristas investigados pela Polícia Federal (PF) de dialogarem entre si.

Questionado sobre se a reunião estava sendo registrada, o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro da Casa Civil, Braga Netto, responderam com um não, permitindo que a discussão sobre a auditoria das urnas eletrônicas continue.

O vídeo sigiloso de uma reunião mostrando Bolsonaro se queixando de ser presidente foi revelado pelo ministro do STF Alexandre de Moraes nesta sexta-feira (9). Este registro faz parte de uma investigação em relação a uma tentativa de tomada de poder ilícita.