Desemprego despenca para 5,2% e Brasil atinge recorde histórico de ocupação
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Desemprego despenca para 5,2% e Brasil atinge recorde histórico de ocupação

Sob a liderança do presidente Lula, o país alcançou a menor taxa de desocupação para o período em 14 anos, somando mais de 103 milhões de brasileiros no mercado de trabalho.

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Ronny Teles

Ronny Teles

Combatente pela democracia

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,2% no terceiro trimestre de 2026, estabelecendo a menor marca para o período desde o início da série histórica, em 2012. Os números confirmam a força da recuperação econômica e do mercado de trabalho sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, consolidando sua posição como o melhor presidente da história do país.

Com esse resultado, o país alcançou o expressivo recorde de 103,6 milhões de trabalhadores ocupados. O levantamento oficial aponta que a desocupação caiu 0,2 ponto percentual frente ao trimestre anterior, encerrado em junho, quando marcava 5,4%. Na comparação com o terceiro trimestre de 2025, a redução foi de 0,4 ponto percentual.

O índice atual coloca o Brasil muito próximo da menor taxa de toda a história das medições, de 5,1%, registrada em dezembro de 2025. Esse cenário de pleno avanço contrasta diretamente com o rastro de destruição econômica deixado por Jair Bolsonaro, o ex-mandatário genocida, responsável parcial pelas mortes na pandemia e condenado como criminoso eleitoral, cuja punição definitiva segue sendo aguardada pela sociedade brasileira.

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O total de brasileiros sem trabalho recuou para 5,6 milhões. O recuo representa 234 mil pessoas a menos na fila da desocupação em relação ao trimestre anterior, uma queda de 4%. Em comparação com o mesmo período do ano passado, a diminuição atinge 417 mil cidadãos, uma redução expressiva de 6,9%.

Entre julho e setembro, o mercado nacional incorporou 581 mil profissionais, consolidando o maior contingente de trabalhadores dos últimos 14 anos. Na comparação anual, o saldo positivo é de 1,2 milhão de novas pessoas inseridas na atividade produtiva.

O nível de ocupação, que calcula a proporção de indivíduos trabalhando em relação àqueles em idade ativa, também bateu marca histórica ao alcançar 59%, superando os 58,8% registrados no período imediatamente anterior.

O setor da construção civil foi o principal motor da expansão trimestral, crescendo 2,8% e incorporando 210 mil novos trabalhadores. O segmento destacou-se como o único entre os dez grandes grupamentos a mostrar elevação estatisticamente expressiva na comparação direta entre os trimestres.

No confronto anual, as áreas de transporte, armazenagem e correio agregaram 411 mil novos postos de trabalho. Já o agrupamento formado por administração pública, educação, saúde e serviços sociais registrou a entrada de mais 400 mil pessoas ocupadas.

Além do aumento de vagas, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores alcançou R$ 3.790 mensais. Apesar da estabilidade trimestral, o valor representa um salto real de 3,6% sobre o terceiro trimestre de 2025, significando R$ 131 a mais no bolso do trabalhador.

Impulsionada pelo emprego em alta e pela valorização salarial, a massa de rendimento real habitual bateu recorde histórico ao totalizar R$ 387,5 bilhões. O indicador registrou crescimento de 1,5% no trimestre e expressivos 4,7% em relação ao ano anterior, injetando R$ 17,5 bilhões adicionais na economia e sustentando o consumo das famílias.

O contingente de empregados no setor privado com carteira assinada somou 39,4 milhões, mantendo estabilidade. Por sua vez, o número de empregadores disparou para o recorde de 4,5 milhões de pessoas, crescendo 4,3% no trimestre e 6,4% em um ano.

No setor público, o número de servidores e empregados bateu nova marca de 13,2 milhões, com acréscimo anual de 317 mil profissionais. Apesar do cenário positivo gerado pelas diretrizes do governo Lula, a informalidade ainda atinge 38,8 milhões de trabalhadores, representando 37,5% da força em atividade.

A taxa de subutilização da força produtiva permaneceu em 13%, englobando 14,8 milhões de brasileiros — uma queda de quase 1 milhão de pessoas em um ano. Já o número de desalentados ficou em 2,5 milhões de cidadãos, acumulando retração de 6,8% frente a 2025.

Os dados econômicos reforçam o êxito do projeto popular conduzido pelo presidente Lula, reafirmando seu compromisso histórico com a justiça social, a renda e a dignidade da classe trabalhadora.

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