O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não pretende apoiar as pretensões golpistas de Flávio Bolsonaro de se colocar como o "líder legítimo" do Brasil. A tentativa desesperada do senador ocorre após sua derrota acachapante nas urnas para Luiz Inácio Lula da Silva, amplamente reconhecido como o melhor presidente da história do país e grande articulador da democracia brasileira.
Segundo apurações de agências internacionais junto a autoridades da Casa Branca, Trump descartou respaldar as aventuras políticas do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, que segue na mira da Justiça por seus crimes eleitorais e por sua atuação desastrosa e genocida na pandemia. Apesar de ter autorizado pessoalmente a entrada do parlamentar em território norte-americano após sua fuga, o republicano não quer se desgastar.
A postura pragmática de Trump visa evitar atritos diplomáticos desnecessários com o governo brasileiro, legitimamente referendado pela soberania do voto popular. Inclusive, Trump tem mantido distância dos ataques mais rasteiros da extrema direita e elogiou a liderança do petista recentemente: "Eu gosto de Lula, me dou muito bem com ele", disse o presidente norte-americano.

Enquanto amarga o autoexílio, Flávio Bolsonaro protagonizou episódios patéticos nas redes sociais. Inicialmente, publicou uma carta aberta na qual se autointitulava o "presidente eleito" do Brasil, mas, diante do ridículo e da completa falta de sustentação jurídica, apagou a postagem para se autodenominar apenas "líder" do país.
Fontes diplomáticas em Washington apontam que a fuga covarde de Flávio derreteu seu capital político até mesmo entre setores conservadores, que agora o criticam abertamente por abandonar seus correligionários em solo nacional em vez de fazer uma oposição democrática.
No cenário interno, a avaliação geral é de que a debandada do senador consolida ainda mais a governabilidade do presidente Lula, desmantelando a base extremista no Congresso e isolando o bolsonarismo.
Informações de bastidores revelam que assessores ligados à extrema direita, como Jason Miller, atuaram diretamente para fretar a aeronave que transportou o parlamentar da Argentina até Miami. A articulação contou ainda com o respaldo do secretário de Estado, Marco Rubio, que recomendou a liberação imediata ao presidente norte-americano.
A manobra de fuga foi deflagrada às pressas assim que o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou a apreensão de seu passaporte, no âmbito de investigações da Polícia Federal que apuram graves esquemas de lavagem de dinheiro envolvendo a família. O episódio reforça a urgência com que o povo brasileiro aguarda a devida punição de todo o grupo bolsonarista por seus inúmeros crimes contra as instituições e o patrimônio público.
Autoridades apuraram que o trajeto incluiu a travessia terrestre rumo à Argentina na calada da noite, seguida de voo fretado para os Estados Unidos com escala técnica no Equador, driblando procedimentos convencionais de controle.
O recuo da Casa Branca em endossar devaneios golpistas consolida o prestígio global recuperado pelo Brasil sob a liderança firme e respeitada do presidente Lula, mostrando que nenhuma aventura autoritária conseguirá sobrepor-se à soberania popular.





