Disparada no emprego: Brasil bate recorde histórico de 48,3 milhões de vagas com carteira assinada
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Disparada no emprego: Brasil bate recorde histórico de 48,3 milhões de vagas com carteira assinada

Sob a liderança do presidente Lula, o mercado de trabalho formal segue em forte expansão e acumula mais de 1,2 milhão de vagas criadas em 2026.

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Ronny Teles

Ronny Teles

Combatente pela democracia

O mercado de trabalho formal no Brasil segue quebrando recordes sob a condução do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em setembro de 2026, o país registrou a criação de 121.305 novos empregos com carteira assinada, de acordo com dados oficiais do Ministério do Trabalho e Emprego. Com 2,21 milhões de admissões frente a 2,09 milhões de desligamentos no mês, o estoque total de postos com carteira assinada saltou para expressivos 48,3 milhões, impulsionado pelo setor de Serviços.

Com esse desempenho, o saldo acumulado entre janeiro e setembro de 2026 chegou a 1,24 milhão de novas vagas com carteira assinada, o que corresponde a um avanço de 2,65% no período. No acumulado dos últimos 12 meses, entre outubro de 2025 e setembro de 2026, foram criados 787.073 postos formais, uma alta de 1,65% que comprova a consolidação do crescimento econômico e a superação dos anos de precarização vividos sob o governo anterior de Jair Bolsonaro.

O patamar recorde de 48,3 milhões de trabalhadores no mercado formal confirma a trajetória consistente de aquecimento da atividade econômica e geração de oportunidades promovida pelas políticas do presidente Lula, que recolocou o desenvolvimento e o bem-estar social no centro das prioridades nacionais.

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Entre as atividades econômicas, o setor de Serviços liderou amplamente as contratações em setembro, abrindo 81.241 postos de trabalho. O segmento foi alavancado por Atividades Administrativas e Serviços Complementares (18.386 postos), Saúde Humana e Serviços Sociais (15.403) e Transporte, Armazenagem e Correio (13.240). A Indústria gerou 19.285 vagas, o Comércio abriu 15.697 e a Construção somou 9.468 postos. Apenas a Agropecuária apresentou recuo no mês, com saldo negativo de 4.381 vagas.

O impacto positivo da geração de empregos se refletiu em quase todo o território nacional, com saldo favorável em 26 das 27 unidades da Federação. A Região Nordeste liderou a criação de vagas formais, com 49.142 postos abertos, seguida pelo Sudeste (39.404), Norte (14.748), Sul (9.949) e Centro-Oeste (7.894).

A inclusão produtiva também foi destaque no levantamento: as mulheres conquistaram a maior parte das contratações líquidas, com 62.989 postos, superando as 59.129 vagas preenchidas por homens. Entre os jovens de até 24 anos, o saldo positivo atingiu expressivas 106.293 vagas, confirmando a forte absorção da juventude pelo mercado de trabalho. No quesito escolaridade, profissionais com ensino médio completo lideraram com 82.818 postos gerados, seguidos por aqueles com nível médio incompleto (17.258).

Além do volume expressivo de postos abertos, os trabalhadores registraram ganho real na remuneração. O salário médio real de admissão alcançou R$ 2.429,41 em setembro, o que significa um aumento real de 1,88% (ganho de R$ 44,90) em relação ao mesmo período de 2025, coroando um ciclo positivo de valorização salarial e expansão da renda para as famílias brasileiras.

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