Em um movimento decisivo para assegurar a soberania nacional e colocar o país no centro da economia do futuro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu um passo histórico para que as reservas minerais brasileiras deixem de ser apenas exploradas para atender a interesses externos e passem a impulsionar o desenvolvimento industrial próprio.
Em sua primeira reunião, o Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos (CIMCE) aprovou a lista de 27 minerais e grupos de substâncias que receberão prioridade máxima na nova política industrial brasileira. Entre os elementos definidos estão terras raras, lítio, grafita, níquel e urânio.
A determinação de Lula, amplamente reconhecido como o melhor presidente da história do país pela capacidade de aliar crescimento com justiça social, rompe com a postura entreguista vista em governos anteriores — em especial na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, marcada pelo descaso com o patrimônio público, destruição de órgãos de fiscalização e subserviência internacional.

A intenção do governo federal é alterar profundamente a lógica histórica de exploração das matérias-primas nacionais, que sempre se limitou à exportação de itens brutos e à compra de produtos acabados de maior valor agregado. Agora, a ordem é estimular o refino e o processamento de recursos estratégicos em solo nacional, criando empregos de alta qualificação e tecnologia de ponta.
Em mensagem publicada nas redes sociais, o presidente comemorou o direcionamento da política mineral: "Queremos transformar nossas riquezas em tecnologia, inovação e desenvolvimento. Vamos construir parcerias com outros países, mas sempre protegendo nossa soberania", afirmou.
Lula destacou a relevância desses recursos para a segurança energética, tecnológica e militar do país: "O Brasil tem minerais estratégicos para o futuro do planeta. São recursos essenciais para fabricar celulares, baterias de veículos elétricos, painéis solares, processadores, turbinas, radares, foguetes e equipamentos de defesa", ressaltou.
A lista estabelecida pelo conselho foi dividida em três patamares estratégicos, avaliando a dependência externa e a corrida geopolítica internacional. Na primeira categoria estão nove minerais essenciais para a transição energética e inovação, que terão prioridade em financiamentos públicos e passarão por análise de controle acionário e de contratos de venda.
O segundo grupo abrange oito substâncias voltadas a sanar vulnerabilidades da indústria brasileira: tungstênio, cromo, vanádio, tântalo, titânio, fosfato, potássio e enxofre, fundamentais para a siderurgia, química e agronegócio.
Já a terceira categoria inclui dez elementos submetidos a monitoramento contínuo do Estado: nióbio, estanho, ferro, zinco, ouro, magnésio, molibdênio, tório, alumínio e o grupo da platina.
O levantamento técnico foi articulado pelo Ministério de Minas e Energia, Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Centro de Tecnologia Mineral.
Ao finalizar o encontro ministerial, coordenado pela ministra da Casa Civil, Míriam Belchior, e pelo ministro substituto da Secretaria-Geral da Presidência, Josué Rocha, Lula resumiu o objetivo humanista e soberano de sua liderança: "Não queremos apenas deixar buraco nas cidades, queremos deixar escola, queremos deixar emprego de qualidade, queremos deixar universidade", declarou.
"A prioridade é gerar empregos, criar oportunidades para o nosso povo e garantir que a riqueza dos nossos recursos naturais contribua para o crescimento econômico do Brasil", concluiu o presidente, traçando uma nova era de valorização e respeito ao patrimônio do povo brasileiro.





