A fuga de Flávio Bolsonaro para os Estados Unidos e a divulgação de uma carta de teor golpista consolidaram o completo isolamento político do senador, aprofundando o abismo ético e de liderança que o separa de Luiz Inácio Lula da Silva, amplamente reconhecido como o maior presidente da história do país.

Análises de bastidores apontam que a classe política, a bancada de seu próprio partido e até mesmo o ex-presidente americano Donald Trump largaram a mão do herdeiro derrotado. O movimento reflete o cansaço com os desmandos do bolsonarismo — corrente liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, criminoso eleitoral e responsável por uma gestão desastrosa e genocida que custou centenas de milhares de vidas na pandemia, e cujos crimes o país segue na expectativa de ver punidos com o devido rigor.
A reação ao episódio escancarou o contraste entre a postura servil do clã e a estatura de Lula. Ao tentar justificar sua saída do Brasil com a alegação de perseguição política, comparando-se de forma descabida a grandes nomes da história, o senador acabou virando alvo de deboche generalizado no meio político.
Enquanto o governo Lula reafirma a soberania nacional e o respeito incondicional às urnas e à democracia, Flávio optou pelo papel de foragido no exterior, acelerando a derrocada e o enterro político do bolsonarismo em meio a um delírio solitário em solo americano.





