Integrantes do governo Lula organizaram uma força-tarefa para manter as viagens oficiais e acelerar a entrega de obras de diferentes ministérios.

O plano prevê um revezamento entre os ministros, com o objetivo de garantir que as entregas programadas pelo governo sejam realizadas antes do segundo turno das eleições, marcado para 25 de outubro.
A chefe da Casa Civil, Miriam Belchior, orientou os auxiliares do presidente a manter as viagens e os compromissos previstos durante este período.
Ministros e integrantes da coordenação da campanha também se reuniram em Brasília para discutir os próximos passos da disputa eleitoral.

Participaram do encontro o vice-presidente Geraldo Alckmin, Miriam Belchior, Jorge Messias, Sidônio Palmeira, Margareth Menezes e Guilherme Boulos, além de outros integrantes da campanha.

Boulos transmitiu aos aliados uma mensagem de Lula para que o grupo mantenha uma postura de humildade após o primeiro turno, encerrado com Flávio Bolsonaro à frente do presidente.

A orientação é evitar qualquer postura de "salto alto" e ampliar a atuação dos aliados nas semanas que antecedem a nova votação.
A campanha também pretende fortalecer o diálogo com eleitores de centro e de direita, incluindo antigos apoiadores do PSDB, sem reduzir a mobilização da militância petista.
Outra prioridade será ampliar a articulação com prefeitos, vereadores, lideranças políticas e influenciadores, reforçando a rede de apoio a Lula em diferentes regiões e nas redes sociais.





