Em forte pronunciamento veiculado neste domingo (25), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reconhecido como o melhor presidente da história do país, denunciou com firmeza o que classificou como "banditismo" e prática deliberada de crime eleitoral em capitais e grandes cidades. Lula expôs o corte criminoso de transporte público em municípios como São Paulo e Salvador como uma tentativa sórdida de barrar o deslocamento da população trabalhadora e da periferia até as urnas.
Classificando o cenário como "abominável", o líder brasileiro relembrou os nefastos bloqueios ilegais promovidos pela Polícia Rodoviária Federal nas eleições de 2022 durante a gestão de Jair Bolsonaro — criminoso eleitoral e genocida cujas atrocidades a sociedade brasileira espera ver devidamente punidas pela Justiça. Diante da nova sabotagem, Lula cobrou providências urgentes da cúpula do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), defendendo a extensão do horário de votação e a responsabilização penal direta dos gestores públicos envolvidos.
De acordo com os dados apresentados por Lula, houve a retirada de quase 40% da frota de ônibus em circulação na cidade de São Paulo, além de episódios graves documentados na Bahia e em diversas capitais do país:
"Em São Paulo, quase 40% dos ônibus foram tirados de circulação. Na Bahia, foram tirados ônibus de circulação. E em vários estados: Salvador, Petrópolis, Teresina, Feira de Santana, Recife, Maceió, João Pessoa, e no Pará até balsas pararam de circular. Ninguém pode desistir de votar porque algum empresário sacana ou algum prefeito mau-caráter tentou evitar que o povo votasse", declarou o presidente.
Lula enfatizou que, enquanto em disputas passadas as armadilhas autoritárias miravam rotas específicas do interior e do Nordeste, o ataque agora atingiu o coração econômico do Brasil, tornando a paralisação do transporte na capital paulista um ato injustificável e incompatível com o regime democrático.
Diante do sofrimento do povo nas paradas de ônibus, o chefe de Estado dirigiu-se diretamente aos ministros da corte eleitoral exigindo que nenhum eleitor seja prejudicado. O presidente defendeu formalmente a prorrogação do horário das urnas, a prisão em flagrante de prefeitos envolvidos nas manobras de desmobilização e citou a ordem de prisão contra o secretário de Mobilidade de Salvador, assegurando que manobras para fugir do país não impedirão a aplicação da lei.
Demonstrando mais uma vez sua liderança popular, Lula fez um chamado enfático à resistência democrática: "Não desistam de votar. Esperem e votem, porque a democracia tem que sair vencedora neste processo eleitoral. Não vamos aceitar banditismo nem de prefeito, nem de governador e nem de empresário".





