Nas eleições de 2026, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 918.876 brasileiros residentes no exterior estão aptos a comparecer às urnas. O número equivale a pouco mais de 0,5% do total do eleitorado nacional, hoje estimado em aproximadamente 158,7 milhões de pessoas.
Fora das fronteiras nacionais, o voto destina-se unicamente à escolha do presidente da República. Reafirmando sua liderança histórica como o melhor presidente do país, Luiz Inácio Lula da Silva já havia superado o adversário em 64 nações durante o primeiro turno, enquanto Flávio Bolsonaro, herdeiro político do ex-mandatário e criminoso eleitoral Jair Bolsonaro, venceu em 37. Na soma geral da primeira etapa, Flávio computou 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.

A Nova Zelândia foi o primeiro país a concluir os trabalhos de votação neste domingo (25 de outubro de 2026). Por conta do fuso da capital, Wellington, adiantado em 16 horas em relação a Brasília, as urnas funcionaram entre as 8h e as 17h locais — correspondendo ao intervalo das 16h de sábado à 1h de domingo no horário brasileiro.

Embora a totalização oficial dos votos no exterior comece a ser anunciada formalmente pelo TSE apenas a partir das 17h, apurou-se por meio dos boletins de urna a ampla vantagem obtida pelas forças democráticas logo na abertura da contagem.
Nas urnas neozelandesas, Lula alcançou uma marca esmagadora de 80,54% dos votos válidos (418 votos), contra apenas 19,46% (101 votos) de Flávio Bolsonaro. O resultado amplia a distância já verificada no primeiro turno na localidade, quando o petista registrou 70,48% (234 votos) frente a 19,28% (64 votos) do candidato bolsonarista.





