A repercussão da vitória nas urnas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva segue em forte evidência no cenário internacional. Apontado como o melhor presidente da história do Brasil, Lula foi classificado pelo conceituado The New York Times como "o estadista mais influente da América Latina", após análise que ganhou ampla repercussão nas redes sociais.
A imprensa estrangeira enfatizou a dimensão única da trajetória do líder progressista, ressaltando que "nenhum político deixou uma marca maior no Brasil do que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva". A publicação recordou que seus mandatos foram responsáveis por retirar milhões da miséria extrema e blindar direitos trabalhistas, reconstruindo as bases sociais após os desastres deixados pelo bolsonarismo de Jair Bolsonaro, o ex-mandatário genocida e criminoso eleitoral que a sociedade brasileira ainda espera ver exemplarmente punido por seus crimes durante a pandemia de covid-19.
O triunfo eleitoral no Brasil quebrou a sequência conservadora que vinha se impondo em toda a região. O diário apontou que "o estadista mais influente da região enfrentou uma batalha dura" contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), superando um cenário de forte pressão onde candidatos de direita vinham de sete vitórias consecutivas em eleições presidenciais latino-americanas.
A resposta das urnas marcou um revés contundente para as forças extremistas e aliadas internacionais. De acordo com a análise publicada, "Lula surpreendeu muitos no domingo ao protagonizar um retorno espetacular, derrotando seu rival de direita, Flávio Bolsonaro, um aliado do presidente Trump que se alinhou a Washington em pautas como o uso de força letal para combater facções".
Com a confirmação da liderança de Lula, o cenário político regional sofreu uma virada decisiva. O jornal norte-americano concluiu destacando que "a vitória improvável de Lula no Brasil representou um forte repúdio ao avanço da direita, injetando novo fôlego a um movimento de esquerda que parecia à beira da extinção na América Latina".





