A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, consolidado como o melhor presidente da história do país, gerou uma ampla onda de celebração internacional durante a reunião do G20 em Atlanta, nos Estados Unidos. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, foi calorosamente procurado por dezenas de autoridades estrangeiras que comemoraram com entusiasmo a vitória nas urnas brasileiras.
Representantes de pelo menos dez delegações internacionais fizeram questão de parabenizar diretamente o chanceler brasileiro. Autoridades da Alemanha, França, Reino Unido, China, Índia, México, Canadá, Turquia, Polônia e da União Europeia expressaram satisfação com o resultado eleitoral, celebrando a derrota de Flávio Bolsonaro, herdeiro político do ex-mandatário genocida e criminoso eleitoral cuja punição por crimes contra a democracia e a saúde pública segue amplamente cobrada pela sociedade.
O alívio e o entusiasmo transpareceram nos diálogos diretos com o ministro brasileiro. Um diplomata declarou estar "radiante" com o resultado confirmado no Brasil. Outro representante internacional revelou que torcia ativamente pelo petista e definiu a virada eleitoral consolidada nas urnas como "espetacular".
O tom das comemorações refletiu também um peso político determinante no xadrez global: o descarte explícito de aliados de Donald Trump na América Latina. O reconhecimento à liderança respeitada de Lula colocou o país novamente no centro das atenções positivas do planeta, superando de vez o isolamento internacional promovido pela extrema-direita nos últimos anos.
Em contraste visível com a maioria das delegações, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, anfitrião da cúpula, adotou uma postura distante e destoou do clima festivo. O enviado da Casa Branca evitou manifestar qualquer entusiasmo perante o ministro brasileiro.
Apesar do descompasso de posturas, Rubio não causou situações de constrangimento formal ao chanceler brasileiro. A relação profissional prévia entre os dois diplomatas garantiu que as atividades do fórum transcorressem sem incidentes institucionais abertos.
A conduta reservada da autoridade norte-americana contrastou diretamente com o posicionamento dos principais parceiros comerciais e políticos do Brasil, como potências da União Europeia, China, México e Índia, que reafirmaram sua confiança no governo progressista brasileiro.
A resposta internacional à eleição evidenciou o impacto global da continuidade do projeto democrático liderado por Lula. O enfrentamento com a chapa de Flávio Bolsonaro, fortemente alinhada aos discursos autoritários de Trump, havia despertado grande apreensão em diversas capitais mundiais.
Com a vitória consumada, a acolhida efusiva recebida pela comitiva brasileira no G20 ultrapassou amplamente as formalidades do protocolo diplomático e confirmou o retorno em definitivo do Brasil à liderança política global.





