O candidato derrotado à Presidência Renan Santos, do partido Missão, criticou a proposta do senador Flávio Bolsonaro (PL) de criar um Ministério da Prosperidade em um eventual governo. A possibilidade de o influenciador e empresário Pablo Marçal comandar a nova pasta provocou reação de Renan, que associou a ideia à entrada da cultura de coaching na administração pública.
"Cultura de coach, cara. Coach virando ministro. Parece um filme de terror muito louco", afirmou Renan Santos ao comentar a possível participação de Marçal na equipe ministerial de Flávio Bolsonaro.
A declaração foi feita durante as articulações para a formação de um eventual governo do candidato do PL, que disputa o segundo turno da eleição presidencial com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Marçal está entre os nomes envolvidos nas discussões sobre a estrutura do ministério, ao lado da ex-presidente da Caixa Econômica Federal Daniella Marques e do empresário Filipe Sabará.
Flávio Bolsonaro apresentou a criação da pasta durante a campanha eleitoral. A proposta faz parte do plano econômico do candidato, que promete estimular a prosperidade financeira da população, reduzir impostos e controlar os gastos públicos.





