
PF mira quadrilha que saqueou contas da Caixa na Baixada
Operação Ponto Fraco cumpre mandados em Duque de Caxias após saques indevidos em agência de Barra do Piraí; perícia vai rastrear outros envolvidos e possíveis golpes.

Operação Ponto Fraco cumpre mandados em Duque de Caxias após saques indevidos em agência de Barra do Piraí; perícia vai rastrear outros envolvidos e possíveis golpes.

Defesa não apresentou novos embargos no caso da trama golpista; STF manteve a prisão preventiva após violação de tornozeleira, e o processo caminha para trânsito em julgado.

Líder do PT na Câmara critica a escolha de Guilherme Derrite como relator do projeto Antifacção, diz que as mudanças desvirtuaram a proposta do governo Lula e reduziram o papel da Polícia Federal.

A PF prendeu Daniel Vorcaro ao tentar deixar o país. O MP-SP investiga se uma rede de fundos usada por ele lavou dinheiro do PCC e abasteceu um aporte de R$ 300 milhões no Atlético-MG. O caso dialoga com o esquema revelado na Operação Carbono Oculto.

Alessandro Vieira (MDB-SE) defendeu manter integralmente os recursos para as forças policiais e indicou ajustes técnicos no texto, incluindo exceções para moradores coagidos por facções.

Casa Branca intensifica pressão e chama Maduro de chefe do Cartel de los Soles, mas relatórios da DEA e da ONU nunca citaram o grupo; analistas dizem que o rótulo é metáfora para corrupção militar, não uma organização.

Com 370 votos a favor e 110 contrários, a Câmara aprovou o Projeto Antifacção que endurece o combate ao crime organizado. O texto, enviado pelo governo federal em outubro, cria novos crimes, amplia a investigação e eleva penas.

Com 370 votos a favor e 110 contra, deputados aprovaram o texto-base do Projeto Antifacção, enviado pelo governo Lula, que amplia investigações, cria crimes e aumenta penas contra o crime organizado.

Câmara aprova a 6ª versão do PL Antifacção relatado por Guilherme Derrite; governo Lula afirma que mudanças atrapalham a PF, fragmentam a cooperação e redirecionam recursos de bens apreendidos.

Câmara aprova relatório de Guilherme Derrite que muda a destinação de bens apreendidos, exclui fundos como Funapol e Funad e acende alerta em PF e Ministério da Justiça; governo espera correção no Senado.

Lincoln Gakiya, referência no combate à facção, e Antônio Glautter de Azevedo Morais, diretor de Inteligência Penal da Senappen, depõem nesta quarta.

Relator bolsonarista retira trecho mais duro contra a PF, porém mantém limitações que irritam o governo Lula e a própria Polícia Federal.